segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Alguns problemas com o Flatana

Gostei bastante do Flatana, mas como nada é perfeito ele apresenta alguns problemas de fragilidade, e não são problemas de pousos maus sucedidos. São quebras em vôo mesmo. O problema de quebra que tive em pouso foi com o leme que quebrou na dobradiça(não tenho fotos), mas foi facilmente resolvido com cianocrilato odorless e fita adesiva. E no ultimo vôo que quebrei completamente o trem de pouso, ainda estou resolvendo como farei outro, já que o original era de fibra de carbono. Os maiores problemas são ele descolar nas junções e trincar em partes de grande força, além de uns suportes para os links que são péssimo, soltam todos, abaixo fotos mais explicativas:

Trincas na fuselagem(sentido da asa), e cola para isopor nas juntas(onde ficaram bolhas de ar na cola):


Os suportes dos links originais:


Os suportes dos links modificados, com um reforço:

Último vôo do Flatana de brushed

E quase foi o último da vida dele. Quebrou um lado do trem de pouso dianteiro em um "daqueles pousos" perfeitos, continuei voando assim mesmo e no próximo pouso quebrou o outro lado e mais algumas coisas conforme vídeo e fotos abaixo:





Não tinha voado com ele com bateria 3S(11.1V) ainda, somente com a 2S(7,4V) e foi uma melhora enorme, ele passou a subir muito mais, ganhou bastante força, agora colocando o brusheless e 3S com certeza ainda vai melhorar mais, vai virar um verdadeiro Shock Flyer.

Primeiro Vôo do Tiny

Logo de cara, como já era previsto o CG ficou fora. Como deixei para colocar o motor lá na hora de voar, devido a ele estar no Flatana e eu querer fazer um ultimo teste no Flatana com esse motor brushed, não teve como ajustar antes. Aí foi ajustado na pista mesmo, serviço perfeito como dá para ver na foto abaixo:


Neste dia estava um vento meio chato, mas arrisquei assim mesmo, vejam ai no vídeo o que deu:


Gambiarra não funciona, não adianta. Agora vou refazer o estabilizador e leme de Depron(bandejinhas de presunto), para diminuir o peso traseiro. Depois de "ajustado" o CG ele voou até bem, o único problema foi o vento, que estava levando ele demais, não dava para controlar. Abaixo uma foto do que sobrou:

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

O dia em que o TigerShark veio passear em MG

Batuta agora está em Manaus-AM e resolveu dar um passeio por aqui. Aproveitando trouxe o seu Tigershark para conhecer MG. Domingão de tempo bom, colocou o Tigershark no carro e foi para o aeroporto em Lafaiete, abaixo algumas fotos de lá:




Tigershark é um jatinho elétrico ductfan muito rápido, e que segundo ele tem um vôo meio estressante, porém bem controlável.
Mas o Tigershark parece ter estranhado a pista. A informação da caixa preta indicou que em uma curva, houve uma interferência e perda de controle(dederencia). O culpado foi o receptor do Sr. Domingos, que a alguns anos atrás derrubou o seu Tucano pelo mesmo motivo.